NECA

NECA

NECA

NECA

NECA

NECA

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

4ª AULA-TAC2014 > 17.02.2014 > PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

 1 - Conceito
 “Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de
atividades inter-relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos
dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dados”. (PROCHONW,
Schaffer, 1999 apud ONU, 1984)

2 - Formulação de projetos

 Um projeto surge em resposta a um problema concreto. Elaborar um projeto é,
antes de mais nada, contribuir para a solução de problemas, transformando IDÉIAS em
AÇÕES.

 O documento chamado projeto é o resultado obtido ao se “projetar” no papel
tudo o que é necessário para o desenvolvimento de um conjunto de atividades a serem
executadas: quais são os objetivos, que meios serão utilizados para atingi-los, quais
recursos serão necessários, onde serão obtidos e como serão avaliados os resultados.

 A organização do projeto em um documento nos auxilia sistematizar o trabalho
em etapas a serem cumpridas, compartilhar a imagem do que se quer alcançar, identificar
as principais deficiências, a superar e apontar possíveis falhas durante a execução das
atividades previstas.

 Alguns itens devem ser observados na formulação de projetos:

 - Estabelecimento correto do problema -

 deve ser significante em relação aos
fatores de sucesso no negócio; deve ter dimensão administrável; deve ser mensurável;
 - Identificação das pessoas e instituições a quem afeta resolver o problema,
buscando criar vínculos com os mesmos desde o início do projeto;
 - Busca adequada de fontes de financiamento.

3 - Roteiro básico para apresentação de projetos

 Os principais itens que compõem a apresentação de um projeto relacionam-se de
forma bastante orgânica, de modo que o desenvolvimento de uma etapa necessariamente
leva à outra.

 Apresentação de um projeto deve conter os seguintes itens:
 a) Título do projeto

 Deve dar uma idéia clara e concisa do(s) objetivo(s) do projeto.

 b) Caracterização do problema e justificativa

 A elaboração de um projeto se dá introduzindo o que pretendemos resolver, ou
transformar. De suma importância, geralmente é um dos elementos que contribui mais diretamente na aprovação do projeto pela(s) entidade(s) financiadora(s).

 Aqui deve ficar claro que o projeto é uma resposta a um determinado problema 
percebido e identificado pela comunidade ou pela entidade proponente. 

 Deve descrever com detalhes a região onde vai ser implantado o projeto, o
diagnóstico do problema que o projeto se propõe a solucionar, a descrição dos
antecedentes do problema, relatando os esforços já realizados ou em curso para
resolve-lo.

 - A justificativa deve apresentar respostas a questão POR QUE? 

 - Por que executar o projeto? Por que ele deve ser aprovado e implementado?
 Algumas perguntas que podem ajudar a responder esta questão:

 - Qual a importância desse problema/questão para a comunidade?

 - Existem outros projetos semelhantes sendo desenvolvidos nessa região ou nessa
temática?

 - Qual a possível relação e atividades semelhantes ou complementares entre eles e
o projeto proposto?

 - Quais os benefícios econômicos, sociais e ambientais a serem alcançados pela
comunidade e os resultados para a região?

 c) Objetivos

 A especificação do objetivo responde as questões: PARA QUE? e PARA QUEM? A
formulação do objetivo de um projeto pode considerar de alguma maneira a reformulação
futura, positiva das atuais condições negativas do problema.

 Os objetivos devem ser formulados sempre como a solução de um problema e o
aproveitamento de uma oportunidade. Estes objetivos são mais genéricos e não podem
ser assegurados somente pelo sucesso do projeto, dependem de outras condicionantes.

 É importante distinguir dois tipos de objetivos:

 - Objetivo Geral: Corresponde ao produto final que o projeto quer atingir. Deve
expressar o que se quer alcançar na região a longo prazo, ultrapassando inclusive o tempo
de duração do projeto. O projeto não pode ser visto como fim em si mesmo, mas como
um meio para alcançar um fim maior.

 - Objetivos específicos: Corresponde às ações que se propõe a executar dentro de
um determinado período de tempo. Também podem ser chamados de resultados
esperados e devem se realizar até o final do projeto.
 d) Metas 
 A metas, que muitas vezes são confundidas com os objetivos específicos, são os
resultados parciais a serem atingidos e neste caso podem e devem ser bastante concretos
expressando quantidades e qualidades dos objetivos, ou QUANTO será feito.

A definição de metas com elementos quantitativos e qualitativos é conveniente para avaliar os
avanços.  Ao escrevermos uma meta, devemos nos perguntar: o que queremos? Para que o
queremos? Quando o queremos?

 Quando a meta se refere a um determinado setor da população ou a um
determinado tipo de organização, devemos descreve-los adequadamente. Por exemplo,
devemos informar a quantidade de pessoas que queremos atingir, o sexo, a idade e outras
informações que esclareçam a quem estamos nos referindo.

 Cada objetivo específico deve ter uma ou mais metas.
 Quanto melhor dimensionada estiver uma meta, mais fácil será definir os indicadores que permitirão
evidenciar seu alcance.

 Nem todas as instituições financiadoras exigem a descrição de objetivos
específicos e metas separadamente. Algumas exigem uma forma ou outra.

 e) Metodologia
 A metodologia deve descrever as formas e técnicas que serão utilizadas para
executar o projeto.

 A especificação da metodologia do projeto é a que abrange número de itens, pois
responde, a um só tempo, as questões COMO? COM QUE? ONDE? QUANTO?

 A Metodologia deve corresponder às seguintes questões:

 a) Como o projeto vai atingir seus objetivos?
 b) Como começarão as atividades?
 c) Como serão coordenadas e gerenciadas as atividades?
 d) Como e em que momentos haverá a participação e envolvimento direto do
grupo social?
 Deve se descrever o tipo de atuação a ser desenvolvida: pesquisa, diagnóstico,
intervenção ou outras; que procedimentos (métodos, técnicas e instrumentos, etc.) serão
adotados e como será sua avaliação e divulgação.

 É importante pesquisar metodologias que foram empregadas em projetos
semelhantes, verificando sua aplicabilidade e deficiências, e é sempre oportuno
mencionar as referências bibliográficas.

 Um projeto pode ser considerado bem elaborado quando tem metodologia bem
definida e clara.

 É a metodologia que vai dar aos avaliadores/pareceristas, a certeza de
que os objetivos do projeto realmente tem condições de serem alcançados. Portanto este
item deve merecer atenção especial por parte das instituições que elaborarem projetos.

 Uma boa metodologia prevê três pontos fundamentais: a gestão participativa, o 
acompanhamento técnico sistemático e continuado e o desenvolvimento de ações de 
disseminação de informações e de conhecimentos entre a população envolvida.
 f) Cronograma
 O cronograma responde a pergunta QUANDO?
 Os projetos, como já foi comentado, são temporalmente bem definidos quando
possuem datas de início e término preestabelecidas. As atividades que serão
desenvolvidas devem se inserir neste lapso de tempo.  O cronograma é a disposição gráfica das épocas em que as atividades vão se dar e
permite uma rápida visualização da seqüência em que devem acontecer.
 g) Orçamento
 Respondendo à questão COM QUANTO? O orçamento é um resumo ou
cronograma financeiro do projeto, no qual se indica como o que e quando serão gastos os
recursos e de que fontes virão os recursos. Facilmente pode-se observar que existem
diferentes tipos de despesas que podem ser agrupadas de forma homogênea como por
exemplo: material de consumo; custos administrativos, equipe permanente; serviços de
terceiros; diárias e hospedagem; veículos, máquinas e equipamentos; obras e instalações.

 No orçamento as despesas devem ser descritas de forma agrupada, no entanto, as
organizações financiadoras exigem que se faça uma descrição detalhada de todos os
custos, que é chamada memória de cálculo. (http://bu.ufsc.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

3ª AULA > EMPREENDEDORISMO

EMPREENDEDORISMO > 2014

TAC >CEPGRS > T > 132, 142 ( MODULO I)

Professora > NECA MACHADO
(PROJETOS EM SAUDE)

Dia do Empreendedor > Comemorado em 1º de julho

1.    CONCEITO
Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico, empresarial). Tem origem no termo empreender que significa realizar, fazer ou executar.
O empreendedor é aquele que apresenta determinadas habilidades e competência para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos.

2 CARACTERISTICAS DO EMPREENDEDOR

CRIATIVIDADE
O que vem à sua mente quando você pensa sobre a criatividade? Alguns pensam em pessoas muito especiais e que a criatividade envolve talentos extraordinários. Associam criatividade com as artes, com a ciência e grandes invenções. Pensam em Leonardo da Vinci, Mozart, Einstein, Picasso, Santos Dumont, Henry Ford e Steve Jobs. Estas pessoas certamente realizaram coisas notáveis, com impactos profundos e duradouros sobre nossas vidas. Mas há outras valiosas expressões de criatividade que se incorporaram ao nosso cotidiano, mas que não são lembradas quando se fala em criatividade.
Numa perspectiva bastante abrangente, a criatividade pode ser definida como o processo mental de geração de novas ideias por indivíduos ou grupos. Uma nova ideia pode ser um novo produto, uma nova peça de arte, um novo método ou a solução de um problema. Esta definição tem uma implicação importante, pois, como processo, a criatividade pode ser estudada, compreendida e aperfeiçoada. Ela tira da criatividade aquela áurea de um evento mágico, místico e transcendental; um beijo de Deus na sua testa.
Inovação e criatividade é a mesma coisa? A resposta é não.

Criatividade é pensar coisas novas,

 inovação é fazer coisas novas e valiosas.

 Inovação é a implementação de um novo ou significativamente melhorado produto (bem ou serviço), processo de trabalho, ou prática de relacionamento entre pessoas, grupos ou organizações. Os conceitos de produto, processo e prática são totalmente genéricos, se aplicando a todos os campos da atividade humana, como indústria, comércio, governo, medicina, engenharia, artes, entretenimento, etc. O termo implementação implica em ação: só há inovação quando a nova idéia é julgada valiosa e colocada em prática. Os irmãos Montgolfier transformaram a observação de uma camisola flutuando num balão – isto é inovação.
Nem sempre a inovação é o resultado da criação de algo totalmente novo mas, com muita freqüência, é o resultado da combinação original de coisas já existentes. A invenção do radar é uma combinação de elementos conhecidos: ondas de rádio, amplificadores e osciloscópios. Algumas importantes inovações consistem de novos usos para objetos e tecnologias existentes. Um bom exemplo é o uso da Internet pelos bancos, permitindo aos clientes o acesso direto aos serviços bancários. Outro exemplo: o uso do telefone celular para monitoramento de portadores de doenças cardíacas.

- Criatividade (PENSAR COISAS NOVAS)
INOVAÇÃO (
- Capacidade de organização e planejamento
- Responsabilidade
- Capacidade de liderança
- Habilidade para trabalhar em equipe
- Gosto pela área em que atua
- Visão de futuro e coragem para assumir riscos
- Interesse em buscar novas informações, soluções e inovações para o seu negócio
- Persistência (não desistir nas primeiras dificuldades encontradas)
- Saber ouvir as pessoas
- Facilidade de comunicação e expressão
3-IMPORTANCIA DO EMPREENDEDOR
O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importantíssimo na geração de empregos e renda. 

AVALIAÇÕES (03 – 10 ,0PTS CADA)
FORMAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO ( 4 GRUPOS)
1-    ELABORAÇÃO DE UM PROJETO TEMATICO EM SAUDE – 2 – Mostra fotográfica – 3 – Apresentação em classe. (10 PONTOS CADA.)
(TEMAS >
1.1 – ACESSIBILIDADES > ASPECTOS NEGATIVOS E POSITIVOS)- PERIGO DOS ACLIVES, DECLIVES. (OLHAR SOBRE AS CALÇADAS DE MACAPÁ, ESGOTO NAS VIAS PUBLICAS....)
1.2 > CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS DE RUA (BACTERIAS...)- FEBRE TIFOIDE.
1.3 > USO INDEVIDO DOS JALECOS POR PROFISSIONAIS DE SAUDE.
1.4 > COLETA SELETIVA DO LIXO > CONTAMINAÇÃO POR BACTERIAS,  E OUTROS.....







ATUAÇÃO
·         Hospitais, clínicas e postos de saúde
·         Laboratórios de diagnósticos médicos
·         Laboratórios de pesquisa e ensino biomédico
·         Laboratórios de controle de qualidade em saúde.


LEI
A profissão está descrita na Classificação Brasileira de Ocupações, assim como está na Lei Federal 3820/61, que Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências legais;
É de sua função além dos trabalhos de bancada em análises clínicas o controle de qualidade de medicamentos, produção de imunobiológicos, controle de qualidade em vivo e in vitro de imunobiológicos, produção e controle de qualidade de hemoderivados, laboratório de análises clínicas veterinárias, garantia de qualidade biológica, biosseguridade industrial
Porém, não possui competência legal para assinar os resultados, cabendo a responsabilidade legal para assinar, o profissional que possuir o TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do laboratório.
NIVEL SUPERIOR
A função do profissional de nível superior (na qual se enquadram o biólogo, biomédico, o farmacêutico-bioquímico e o médico patologista clínico) é a de supervisionar e se responsabilizar pelo controle de qualidade e correção nos trabalhos relacionados à bancada laboratorial, liberação dos laudos, perícias e liberação dos resultados técnicos, assinando pelos resultados e assumindo as responsabilidades civis e penais sobre os seus atos. Já o técnico em patologia clínica é o responsável pela execução, sempre sobre a orientação e coordenação de um profissional de nível superior.
RESPONSABILIDADE TECNICA
Os profissionais de nível médio não podem em hipótese alguma liberar laudo, resultados ou perícias bem como responder sobre o laboratório. As competências legais para isso competem ao profissional de nível superior, que possui a competência legal para liberar resultados, laudos ou perícias bem como as responsabilidades civis e penais sobre os erros cometidos por eles e pelos técnicos que os auxiliam. Estes profissionais de nível superior possuem o TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) sobre o laboratório que são responsáveis em número máximo de dois. Os profissionais de nível superior quando iniciam o seu trabalho no laboratório, fazem o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) junto ao conselho a qual é subordinado.
Ao terminar o vinculo empregatício com o laboratório e deixar de ser o responsável técnico de nível superior pelo laboratório, este deve dar baixa no ART e no TRT para que possa assumir outro laboratório, o que está previsto no Código de Ética.
Os ARTs são comprovações de que o profissional possui experiência e atuou na área de laboratório junto aos Conselhos e possui vínculo com o laboratório ou possuiu em data anterior.
Só podem ter o TRT ou ART os profissionais de nível superior habilitados a exercer a atividade de laboratório, porém não é obrigatório, até o presente momento, aos técnicos de Análises Clinicas se registrarem junto ao Conselho Regional de Farmácia, de Química ou de Biomedicina para poderem exercer a atividade de técnico. O profissional, mesmo possuidor do curso técnico de análises clínicas (nomenclatura oficial brasileira, aceita atualmente para todas as denominações anteriores, conforme caderno de cursos técnicos do MEC (Ministério da Educação), se não estiver registrado junto ao Conselho Regional de Farmácia, conforme previsto na Lei Federal 3820 de 11 de novembro de 1960, Art 14, § único, letra a, está no exercício irregular da profissão, o que configura crime.



2ª AULA > 12.02.2014 - ATUAÇÃO DO TECNICO EM ANALISES CLINICA

ATUAÇÃO
·         Hospitais, clínicas e postos de saúde
·         Laboratórios de diagnósticos médicos
·         Laboratórios de pesquisa e ensino biomédico
·         Laboratórios de controle de qualidade em saúde.


LEI
A profissão está descrita na Classificação Brasileira de Ocupações, assim como está na Lei Federal 3820/61, que Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências legais;
É de sua função além dos trabalhos de bancada em análises clínicas o controle de qualidade de medicamentos, produção de imunobiológicos, controle de qualidade em vivo e in vitro de imunobiológicos, produção e controle de qualidade de hemoderivados, laboratório de análises clínicas veterinárias, garantia de qualidade biológica, biosseguridade industrial
Porém, não possui competência legal para assinar os resultados, cabendo a responsabilidade legal para assinar, o profissional que possuir o TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do laboratório.
NIVEL SUPERIOR
A função do profissional de nível superior (na qual se enquadram o biólogo, biomédico, o farmacêutico-bioquímico e o médico patologista clínico) é a de supervisionar e se responsabilizar pelo controle de qualidade e correção nos trabalhos relacionados à bancada laboratorial, liberação dos laudos, perícias e liberação dos resultados técnicos, assinando pelos resultados e assumindo as responsabilidades civis e penais sobre os seus atos. Já o técnico em patologia clínica é o responsável pela execução, sempre sobre a orientação e coordenação de um profissional de nível superior.
RESPONSABILIDADE TECNICA
Os profissionais de nível médio não podem em hipótese alguma liberar laudo, resultados ou perícias bem como responder sobre o laboratório. As competências legais para isso competem ao profissional de nível superior, que possui a competência legal para liberar resultados, laudos ou perícias bem como as responsabilidades civis e penais sobre os erros cometidos por eles e pelos técnicos que os auxiliam. Estes profissionais de nível superior possuem o TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) sobre o laboratório que são responsáveis em número máximo de dois. Os profissionais de nível superior quando iniciam o seu trabalho no laboratório, fazem o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) junto ao conselho a qual é subordinado.
Ao terminar o vinculo empregatício com o laboratório e deixar de ser o responsável técnico de nível superior pelo laboratório, este deve dar baixa no ART e no TRT para que possa assumir outro laboratório, o que está previsto no Código de Ética.
Os ARTs são comprovações de que o profissional possui experiência e atuou na área de laboratório junto aos Conselhos e possui vínculo com o laboratório ou possuiu em data anterior.
Só podem ter o TRT ou ART os profissionais de nível superior habilitados a exercer a atividade de laboratório, porém não é obrigatório, até o presente momento, aos técnicos de Análises Clinicas se registrarem junto ao Conselho Regional de Farmácia, de Química ou de Biomedicina para poderem exercer a atividade de técnico. O profissional, mesmo possuidor do curso técnico de análises clínicas (nomenclatura oficial brasileira, aceita atualmente para todas as denominações anteriores, conforme caderno de cursos técnicos do MEC (Ministério da Educação), se não estiver registrado junto ao Conselho Regional de Farmácia, conforme previsto na Lei Federal 3820 de 11 de novembro de 1960, Art 14, § único, letra a, está no exercício irregular da profissão, o que configura crime.




TÉCNICO EM ANALISES CLINICA

ANALISES CLINICA 2014

FUNÇÃO
Auxilia e executa atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora, compondo equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas. Opera e zela pelo bom funcionamento do aparato tecnológico de laboratório de saúde. Em sua atuação é requerida a supervisão profissional pertinente, bem como a observância à impossibilidade de divulgação direta de resultados.


No Brasil, o técnico de laboratório de análises clínicas é um profissional com formação pelo ensino técnico em análises clínicas. Não existe uma nomenclatura unificada para denominação deste profissional, podendo ser chamado de técnico em patologia clínica, técnico em citologia, técnico em análises laboratoriais, etc., o que pode gerar conflitos de nomes. Este profissional auxilia e executa atividades padronizadas de laboratório - automatizadas ou técnicas clássicas - necessárias ao diagnóstico, nas áreas de parasitologia, microbiologia médica, imunologia, hematologia, bioquímica, biologia molecular e urinálise. Colabora, compondo equipes multidisciplinares, na investigação e implantação de novas tecnologias biomédicas relacionadas às análises clínicas, entre outras funções.